Bidou! Lateral já pode estrear pelo Inter no sábado

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O lateral-esquerdo Paulo Victor teve sua documentação regularizada pelo Internacional na CBF e, enfim, teve seu nome registrado no Boletim Informativo Diário (BID) nesta sexta-feira (2). Assim, PV já poderá fazer sua estreia diante do Corinthians amanhã, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro

O atleta viveu a expectativa de atuar com a camisa colorada pela primeira vez contra o Palmeiras na última quarta-feira, mas os documentos necessários não chegaram a tempo e ele nem pôde ser relacionado. O lateral-direito Heitor mais uma vez teve que jogar improvisado do outro lado do campo.

Após muitas polêmicas quanto aos valores da negociação, ficou acertado que o Internacional iria pagar R$3 milhões relativos a 25% dos direitos econômicos do jogador. Assim como o Internacional, o Botafogo vive uma crise financeira (muito mais grave que a do Colorado, é verdade) e precisou vender PV por um valor considerado baixo pela torcida.

Contratado pelo Botafogo em 2020 junto ao Nova Iguaçu, Paulo Victor chegou para reforçar a base alvinegra. Destacou-se entre os juniores e logo recebeu chances no elenco profissional. Com a má fase de seus concorrentes, acabou assumindo a titularidade no Carioca e não perdeu mais a vaga.

Crédito da foto: Ricardo Duarte / Internacional

Ao contrário de Paulo Victor, Bruno Méndez ainda não poderá estrear pelo Inter

Mais um reforço colorado, o zagueiro Bruno Méndez, que veio do Corinthians também teve seu nome publicado no BID. No entanto, o atleta tem uma cláusula contratual que só permite atuar pelo Inter mediante pagamento de multa ao Timão, justamente o adversário de amanhã.

Desejo de Miguel Ángel Ramírez enquanto ainda era treinador do Colorado, Bruno Méndez foi revelado em 2017 pelo Montevideo Wanderes alternando entre zagueiro e lateral-direito.

Foi capitão das seleções de base do Uruguai durante competições no ano retrasado como o Sul-Americano e a Copa do Mundo Sub-20, além dos Jogos Pan-Americanos. Acertou com o Timão em 2019 por 3,5 milhões de dólares (R$ 13,4 milhões na cotação da época), transação reconhecida como a mais cara da história do clube uruguaio.

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