Corinthians zoou o Inter e afundou em dívidas: parece o Seu Madruga

Nas últimas semanas, torcedores do Corinthians apareceram nas redes sociais para falar sobre a falta de dinheiro do Internacional na compra de Bruno Méndez. A direção colorada tentou chegar em um acordo com o Alvinegro, porém não teve sucesso e o atleta retornou para a equipe paulista.

Apesar das criticas direcionadas ao Colorado, o Corinthians aparece como um dos times mais endividados do futebol brasileiro. Conforme acordo fechado recentemente, por exemplo, o Timão levará aproximadamente 13 anos para pagar o estádio por conta de dívidas.

O clube fechou um acordo com a Caixa Econômica Federal que trata do pagamento do empréstimo de R$ 400 milhões feito pela empresa. A previsão era de que a dívida fosse quitada até 2028, porém o Corinthians não apresenta condições para realizar o pagamento.

A Caixa cobrou o Timão na justiça e as partes chegaram em um novo acordo. O trato prevê que o débito seja pago até 2041. Entre 2023 e 2025, devem ser pagos os juros da operação. A partir de 2025, acontece a quitação do valor principal em parcelas trimestrais.

Colorados x Corintianos nas redes

Nas redes sociais, foi realizado o comparativo entre o Corinthians e o personagem Seu Madruga, da série Chaves. Ele demorou 14 meses para pagar o aluguel, enquanto o Timão vai precisar de 13 anos para pagar o estádio.

Corinthians também pode ter problemas com caso Jô

Corinthians corre o risco de sofrer punição da Fifa por conta do não pagamento de uma multa pela aquisição do atacante Jô, que estava no Nagoya Grampus, do Japão. A situação pode fazer o clube paulista ficar impedido de contratar jogadores na próxima janela.

Na última sexta-feira, a entidade máxima do futebol condenou o Corinthians e o ex-atacante do clube a pagarem uma multa de 2,6 milhões de dólares (cerca de R$ 13 milhões na cotação atual) ao time japonês, que detinha os direitos do atleta até 2020.

Caso o Alvinegro não pague a quantia, terá menos de 15 dias para contratar atletas antes de sofrer o “transfer ban” da Fifa.

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