Falcão desabafa e diz que salvaria o Inter do rebaixamento em 2016: “ia ter jeito”

Em entrevista ao canal do jornalista Duda Garbi, o ídolo colorado Paulo Roberto Falcão desabafou sobre a curta passagem como treinador no Inter de 2016. Para o rei de Roma, seria possível fazer uma reação através de aspectos emocionais do elenco.

Substituindo Argel no ano do rebaixamento, Falcão ficou 27 dias como técnico, comandando o Internacional em cinco partidas, com dois empates e três derrotas.

“Se eu não tivesse sido demitido, ia ter jeito, sem nenhuma modéstia, pô, eu fiquei 25 dias, sabe quantas horas eu treinei? eu liguei para o meu preparador físico e pedi…doze horas”, disse Falcão.

Segundo o treinador, era necessário fazer um mapeamento emocional dos jogadores e definir quem seguiria recebendo oportunidades nos momentos decisivos.

“Eu tinha eles na mão na medida que eu tinha eles naquilo que é fundamental naquele momento, que é o emocional, saber quem é mais melancólico, quem é mais sanguíneo, ia criar um time(…)eu tinha na mão, em base de testes, o jogador que no momento de dificuldade cresce e o jogador que no momento de dificuldade apaga, eu tinha isso e aí me demitiram”, completou.

Falcão segue como técnico

Mesmo sem trabalhar desde a última passagem pelo Inter, em 2016, Falcão afirma que segue no mercado e procurando oportunidades como treinador.

Segundo o craque dos anos 70, a falta de bons projetos tem afastado os contatos recentes para assumir times brasileiros. Para Falcão, apenas uma proposta atrativa, do ponto de vista de projeto, proporcionaria um retorno ao futebol.

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