GreNal dos 5 a 2: o dia que o Inter atropelou o Grêmio no Olímpico

Em 1997, o Internacional superou o Grêmio com uma goleada por 5 a 2, em pleno Estádio Olímpico, no Campeonato Brasileiro daquele ano. O jogo ficou marcado pela estrela de Fabiano, que marcou dois gols e deu uma assistência na partida. Até hoje, esse clássico é conhecido por GreNal dos 5 a 2.

A partida teve uma importância extra para o Colorado na competição, já que deu início à recuperação do clube no Brasileirão. O confronto ainda desencadeou uma crise no Grêmio, que quase acabou rebaixado na competição.

Comandado por Celso Roth na época, o Internacional enfrentava uma equipe que era considerada uma das mais fortes da América do Sul. O Grêmio vinha de conquistas na Copa do Brasil, Brasileirão e Libertadores, e contava com jogadores como Arce, Danrlei e Sérgio Manoel.

Apesar das condições do jogo, o favoritismo do Grêmio não foi visto dentro do campo. O Internacional abriu 4 a 0 no placar (gols de Christian, Sandoval, Fabiano – 2x) e mandou o recado no Estádio Olímpico. Os adversários descontaram para 4 a 2 no segundo tempo, mas não foi suficiente para alcançar o placar.

O Colorado fechou o caixão no final do jogo, ao marcar o quinto gol da partida, com Marcelo. O GreNal dos 5 a 2 ficou marcado pelas confusões e acabou com cinco expulsões, sendo três contra o Internacional e duas para o Grêmio.

Outro ocorrido marcante no jogo foi a lesão do goleiro Danrlei, após tomar o segundo gol de Fabiano. O camisa 7 colorado saiu aclamado após os feitos na partida e ficou marcado na história do clássico.

GreNal dos 5 a 2: Fabiano falou sobre vitória do Inter

Destaque na vitória do Internacional, Fabiano falou, anos depois, sobre a goleada do Colorado no Estádio Olímpico. O jogador revelou que é lembrado até hoje pelos feitos no clássico.

“Dentro do Olímpico, pela fase do Inter, para mim, aos 22 anos, foi magnifico. Vinha de um clube pequeno e logo em seguida ser um ídolo da torcida. Até hoje eu saio na rua e escuto Uh, Fabiano! 5 a 2. É engraçado. Não tem como explicar. É só a gente, lá dentro, que sente isso na pele”, disse Fabiano.

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