Lesão de Lucas Ribeiro é mais um drama para a já fragilizada zaga colorada

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Lucas Ribeiro sofreu uma entorse no tornozelo e não atuou na goleada sofrida contra o Fortaleza no último domingo, pelo Campeonato Brasileiro. A lesão do zagueiro colorado expõe um grupo já totalmente debilitado por problemas médicos e técnicos.

Lucas Ribeiro já deu suas “vaciladas” em algumas oportunidades. Não compromete tanto quanto Zé Gabriel, é verdade, mas o camisa 14 está longe de ser uma unanimidade para a vaga ao lado de Victor Cuesta.

Revelado pelo Vitória, adversário desta quinta-feira na Copa do Brasil, o atleta de 22 anos foi vendido para o Hoffenheim no que foi considerado a maior transação do futebol nordestino.

Mal aproveitado na Europa, chegou no Beira-Rio em agosto de 2020 e recebeu oportunidades como o técnico Abel Braga. Já com Miguel Ángel Ramírez, só foi ter sequência após seguidas falhas de Zé Gabriel.

Foto: Ricardo Duarte/Divulgação

Além de Lucas Ribeiro, Inter precisa rever defesa quase que por inteiro

O plantel ainda conta com jovem Pedro Henrique, expulso infantilmente no jogo contra o Fortaleza. Recuperando-se de uma ruptura no ligamento cruzado posterior do joelho direito, Rodrigo Moledo só deve voltar às atividades em outubro.

Já corre na imprensa a informação de que o Inter está, sim, interessado em contratações. Sidnei e o uruguaio Martin Cáceres são os nomes mais falados, mas a negociação de ambos os jogadores está emperrada pelos altos valores salariais pedidos.

A situação da última linha do Internacional é preocupante. Além do zagueiro, o Colorado também busca urgentemente um reforço para a lateral-esquerda. Moisés não agrada (inclusive falhou em um dos gols no domingo) e o clube publicamente já demonstra interesse há algumas semanas em Felipe Jonatan, do Santos.

A meta colorada também é um assunto delicado que Miguel Ángel Ramírez precisa resolver. Marcelo Lomba é contestado por torcedores, que pedem a entrada de Daniel no time titular. Ramírez, no entanto, garante a manutenção do seu homem de confiança – a questão é até quando.

Ou seja, três das cinco posições mais defensivas do time são criticadas. Não é algo que se espera de um plantel que briga pelo título da Libertadores e do Campeonato Brasileiro. Pelo menos não deveria ser.

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