O grande erro de Aguirre ao escalar o Inter contra o Palmeiras

Treinador aposta em dois volantes, algo que não dá mais certo

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Mais um jogo se passou e o Internacional não sabe o que é vencer em casa pelo Campeonato Brasileiro. Foi o terceiro jogo do técnico Diego Aguirre, que agora tem três resultados diferentes: vitória, empate e derrota. E uma situação que já foi testada e reprovada voltou a ser vista no gramado do Beira-Rio.

Jogar com dois volantes é algo do passado e que não traz mais resultados. Seja com Lindoso e Musto, Lindoso e Rodrigo Dourado, ou mesmo Johnny e Dourado. Não importa muito qual seja a dupla. Portugal usou William Carvalho e Danilo Pereira nos primeiros jogos da Eurocopa, e foi mal.

“Coloquei o Johnny para fortalecer o meio-campo, ter mais contenção, justamente para não tomar contra-ataque, que é uma das coisas boas do Palmeiras. Mauricio teve um desgaste muito grande nos últimos jogos e tinha risco de lesão”, justificou o treinador.

Acontece que os dois não devem jogar juntos, o time não consegue criar. Poderia ter colocado Nonato, que mesmo com suas limitações é mais móvel do que a dupla escolhida. Quisesse escalar os dois, um deles poderia jogar de zagueiro, por que não? É uma questão para rever e não repetir!

Outro erro que não pode ser cometido por Aguirre

Dois centroavantes também é uma coisa que não funciona mais! Quando Thiago Galhardo e Yuri Alberto jogaram juntos, foram pouco abastecidos e nas chances que tiveram, não aproveitaram.

Miguel Ángel Ramírez testou a dupla junta e comprou que deu errado. Osmar Loss manteve essa estrutura quando dirigiu o time. Pelo menos este erro Aguirre ainda não cometeu. É melhor usar jogadores móveis e somente uma referência na frente.

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