Saída de Papaléo não deve atrapalhar negócios do Inter

Vice-presidente de futebol do Inter, Emílio Papaléo Zin pediu desligamento do clube na última sexta-feira (8). O dirigente trabalha em paralelo como desembargador federal no Tribunal Regional do Trabalho e acusou incompatibilidade com suas atividades profissionais.

Apesar de ter uma função importante no clube, Papaléo não terá influência sobre os negócios do Internacional. O dirigente não trabalhava diretamente na contratação de jogadores e estava mais focado no setor político do Colorado.

Muitas vezes, ao ser questionado sobre a contratação de jogadores, Emílio não sabia falar sobre a situação de cada um. O vice de futebol não acompanhava de perto a situação, então não vai ser um desfalque para o Colorado durante a janela de transferências.

Com a ausência de Papaléo, o departamento de futebol do Internacional será formado por Paulo Autuori (diretor técnico) e William Thomas (executivo de futebol). O Colorado está em busca de um substituto para assumir a vaga deixada pelo dirigente.

O Globo Esporte apurou que Felipe de Oliveira, diretor geral da base, é um nome que agrada ao Internacional. Apesar da possibilidade, o profissional não estaria disposto a firmar compromisso.

Departamento de futebol precisa definir situação de atleta

O meia Boschilia voltou a ser relacionado em uma partida do Internacional. O jogador de 26 anos estava fora por conta de um procedimento no joelho e terá a última oportunidade de se firmar no Colorado.

O contrato do atleta encerra em dezembro de 2022, então o Internacional precisa passar por testes com ele para saber sobre a possibilidade de renovação.

Boschilia tem um salário considerado alto, na casa dos R$ 400 mil, e não apresenta um histórico condizente com o valor pago pelo Inter. Desde a chegada ao clube, foram dois anos e meio de contrato e apenas 60 partidas (33 como titular).

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