Títulos do Internacional: Relembre as conquistas coloradas

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Lista de títulos do Internacional
Imagem: Portal do Colorado

Mundial, duas Libertadores e três Brasileiros, estes são os títulos mais importantes do Internacional. Além deles, o Colorado faturou a Copa do Brasil, Copa Sul-Americana, Recopa e uma porção de estadual. Você conhece a história das principais conquistas do Internacional?

Fundado em 1909, o primeiro título a nível nacional do Campeão de Tudo veio em 1975, com o título Brasileiro. Aliás, muitos consideram o Inter o principal time do país na década de 1970, uma equipe que tinha entre os principais nomes Falcão e Figueroa.

O Internacional também é lembrado como um dos melhores times do Brasil na década de 2000. Alguns podem dizer que foi o São Paulo e outros acreditam que foi o Inter. De fato, as duas equipes ganharam muita coisa importante naquele período, decidiram uma Libertadores e o finalista de outra.

Em suma, o Inter foi muito vitorioso nestes dois períodos, com conquistas que contribuíram para fomentar a marca do clube. Relembre agora como foram as conquistas nacionais e internacionais ao longo da história alvirrubra.

Brasileirão: 1975

O Internacional foi campeão brasileiro de 1975 para um público de 82.568 torcedores, que lotaram o Gigante da Beira-Rio. O Colorado fez 1 a 0 no Cruzeiro, no dia 14 de dezembro e faturou o seu primeiro título nacional. O técnico era Rubens Minelli, um dos maiores da história do clube.

O time de Minas Gerais era poderoso, contava com Nelinho, Piazza, Zé Carlos e Palhinha, alguns dos principais jogadores da década de 1970. Era uma partida única, disputada na casa da equipe que tinha melhor campanha. Quem ganhasse ficaria com a taça.

E o gol foi marcado por aquele que até hoje é lembrado como um dos principais defensores do futebol mundial. Aos 11 minutos do segundo tempo, após cobrança de falta, o chileno Figueroa subiu mais alto que todo mundo e botou o Inter na frente.

Escalação titular: Manga; Valdir, Figueroa, Hermínio, Chico Fraga; Caçapava, Falcão, Carpegiani; Valdomiro (Jair), Flávio Minuano e Lula

Principal jogador: Falcão.

Local da conquista: Estádio Beira-Rio, no Brasil.

Bicampeonato do Brasileirão: 1976

Se em 1975 deu certo, o Inter manteve a base para o ano seguinte, continuando com o técnico Rubens Minelli. A conquista do bicampeonato veio contra o Corinthians, com uma grande atuação de Valdomiro, marcando um dos gols e sendo decisivo no outro.

Esse foi um dos principais títulos do Internacional, principalmente pela campanha invejável que realizou. Foram 23 partidas, com 19 vitórias, um empate e três derrotas. Naquele ano o Brasileirão foi disputado por 54 times.

A partida decisiva aconteceu no dia 12 de dezembro de 1976, aos 29 do primeiro tempo Dadá saltou para o alto e cabeceou para abrir o placar. No segundo tempo, Valdomiro cobrou uma falta na trave e segundo o assistente Luiz Carlos Félix, ela cruzou a linha para fazer 2 a 0.

Time base: Manga; Cláudio, Figueroa, Marinho Peres e Vacaria; Caçapava, Falcão e Batista; Valdomiro, Dario e Lula.

Principal jogador: Figueroa.

Local da conquista: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre.

Tricampeonato do Brasileirão: 1979

Se o Internacional já havia conquistado títulos brasileiros na década de 70, ainda faltava algo. O ano de 1979 foi histórico, o Colorado foi campeão invicto, um feito imbatível até hoje e cada vez mais difícil de ser igualado, numa era de pontos corridos.

Na semifinal o Internacional passou pelo Palmeiras, do técnico Telê Santana, com uma vitória por 3 a 2 no Morumbi e um empate por 1 a 1 no Beira-Rio. A final foi contra o Vasco e o título foi encaminhado no primeiro jogo, após vitória por 2 a 0 no Maracanã, em Porto Alegre o 2 a 1 confirmou o título.

O Brasileirão teve 94 participantes naquele ano e o Inter não perdeu para nenhum deles. Foram 23 partidas, com 16 vitórias e mais sete empates. Aliás, o Palmeiras, que fez somente cinco jogos e foi semifinalista, perdeu uma única vez, justamente para o campeão invicto.

Time base: Benítez; João Carlos, Mauro Pastor, Mauro Galvão e Cláudio Mineiro; Batista, Falcão, Jair; Valdomiro (Chico Spina) e Bira e Mário Sérgio

Principal jogador: Falcão.

Local da conquista: Estádio Beira-Rio.

Copa do Brasil: 1992

A década de 1990 foi complicada para os torcedores do Inter, porque o time ganhou apenas um título de expressão, enquanto o maior rival faturou diversas competições importantes. A Copa do Brasil de 1992, com um time não tão forte, recuperou um pouco da esperança Colorada, abalada desde o último título brasileiro.

Esse foi um dos títulos mais difíceis para o Internacional, principalmente ao avaliarmos as equipes que foram enfrentadas. Na primeira fase, o alvirrubro encarou o Muniz Freire, do Espírito Santos. Na partida de ida a vitória foi por 3 a 1 e no jogo de volta, um 5 a 0, colocando essa goleada entre as principais da competição.

Nas oitavas de final o duelo foi contra o Corinthians, o time paulista havia sido campeão do Brasileirão dois anos antes e ainda tinha uma equipe forte. Mas, não teve jeito, o Internacional ganhou o primeiro jogo por 4 a 0 fora de casa e na volta administrou o 0 x 0 para ir à próxima fase.

Em 1992 o Grêmio estava na Série B, mas enfrentando Ji-Paraná e Paraná, a equipe conseguiu chegar até as quartas de final do torneio de mata-mata. E o adversário foi o Internacional. Os dois clássicos terminaram empatados por 1 a 1, nos pênaltis o Colorado fez 3 a 0 e avançou no torneio.

Na semifinal mais uma vez o Clube do Povo encarou um time grande, o Palmeiras. Em São Paulo, o time gaúcho fez 2 a 0 e garantiu uma boa vantagem para o jogo do Beira-Rio. Em casa, uma nova vitória, dessa vez por 2 a 1.

A final foi contra o Fluminense e no primeiro jogo o Inter perdeu nas Laranjeiras por 2 a 1. Na partida de volta, um polêmico pênalti aos 43 do segundo tempo, convertido por Célio Silva, deu o título ao Colorado. O técnico era Antônio Lopes, que anos mais tarde ganharia outros títulos importantes.

Um dos títulos mais difíceis do Internacional

Time base: Roberto Gato Fernández; Célio Lino, Célio Silva e Pinga; Daniel Franco, Ricardo Costa, Élson (Luciano), Marquinhos e Caíco, Maurício e Gérson (Nando).

Principal jogador: Gérson, marcou nove gols ao longo do torneio.

Local da conquista: Estádio Beira-Rio.

Libertadores: 2006

O Inter não disputava a Libertadores desde 1993. Os torcedores não comemoravam nada importante desde o título da Copa do Brasil de 1992 contra o Fluminense. Mas, a diretoria e os jogadores estavam dispostos a mudar essa realidade.

Em 2005 o Internacional foi prejudicado pela arbitragem e não venceu o Campeonato Brasileiro. Primeiro houve a anulação de jogos, onde o Corinthians jogou novamente duas partidas e fez mais pontos do que nos jogos originais, enquanto os gaúchos somaram a mesma pontuação. Em seguida, o fatídico pênalti em Tinga, não marcado pelo árbitro.

O Internacional em 2006 contava com um grupo de jogadores experientes, praticamente não havia garotos no elenco. Fabiano Eller, por exemplo, já havia conquistado o torneio continental pelo Vasco, em 1998. E assim o Colorado foi avançando até a conquista.

Esse foi um dos principais títulos do Internacional, porque devolveu o clube ao hall de campeões e o inseriu na galeria de vencedores continentais. Na fase de grupos o Inter terminou com a segunda melhor campanha geral, no grupo estavam Nacional, Unión Maracaibo (Venezuela) e o Pumas UANL (México).

O Nacional foi novamente o adversário nas oitavas de final, onde o Inter fez 2 a 1 fora de casa e segurou o 0 a 0 para avançar. Na segunda fase o adversário foi a LDU, que naquela época já vinha ganhando corpo e montando o time que seria campeão em 2008.

A única derrota dos gaúchos no torneio aconteceu no Equador, por 2 a 1, e no Beira-Rio uma vitória por 2 a 0 classificou o time de Abel Braga. O primeiro foi marcado por Rafael Sobis e o segundo por Rentería, que entrou no segundo tempo e mostrou oportunismo para ampliar o marcador e classificar o time.

O Inter não chegava tão longe desde 1989

O Internacional não conquistava títulos de expressão desde 1992 e não chegava na semifinal da Libertadores havia 17 anos. O time foi vice em 1980 e depois disso, em 1989 foi derrotado na semifinal. Mas, o clube estava de volta, aparecendo entre os quatro melhores da América.

O adversário da semifinal foi o Libertad, do Paraguai, que havia passado pelo Tigres UANL nas oitavas de final e pelo River Plate, na fase anterior. O primeiro jogo foi 0 a 0 fora de casa, obrigando o Inter a vencer no Beira-Rio. Alex fez o primeiro gol e Fernandão ampliou no segundo tempo.

A final foi contra o São Paulo, o time paulista era o atual campeão da Libertadores e do Mundial de Clubes. O primeiro jogo, disputado no Morumbi, teve 71.456 torcedores, que viram a equipe da casa ser derrotada por 2 a 1, com dois gols marcados por Rafael Sobis, aos 53 e aos 61 minutos de jogo. Edcarlos descontou aos 75 e deu esperanças para a volta.

Em Porto Alegre o Internacional seria campeão com qualquer empate. Mesmo assim, o time buscou a vitória, Fernandão fez 1 a 0 e Fabão empatou. Em seguida, Tinga botou novamente os vermelhos na frente. Já no fim do jogo, Lenílson empatou e o São Paulo foi para cima, mas não foi o suficiente.

Fernandão fez cinco gols naquela Libertadores, assim como outros 13 jogadores, entre eles Nilmar, do Corinthians. Rentería marcou quatro vezes e foi o segundo maior goleador Colorado, à frente de Sobis, que fez três. E a torcida teve que esperar mais quatro meses, até o Mundial de Clubes.

Inter tinha equipe experiente na conquista continental

Goleiros: Clemer, Marcelo Boeck e Renan;

Zagueiros: Bolívar, Fabiano Eller, Ediglê e Índio;

Laterais: Elder Granja, Ceará e Rubens Cardoso;

Volantes: Wellington Monteiro, Edinho, Tinga, Fabinho e Perdigão;

Meias: Jorge Wagner, Michel, Mossoró, Adriano Gabiru e Alex;

Atacantes: Fernandão, Iarley, Léo, Rentería e Rafael Sobis.

Principal jogador: Fernandão.

Local da conquista: Estádio Beira-Rio.

Mundial de Clubes: 2006

O Internacional, que vinha se estruturando desde 2002, com o presidente Fernando Carvalho, chegou ao ápice com a conquista do Mundial de Clubes de 2006. No dia 17 de dezembro de 2006 o Colorado pintou o planeta de vermelho e trouxe para Porto Alegre uma taça inédita para a cidade.

O Barcelona tinha Ronaldinho Gaúcho em seus melhores tempos, ele havia sido eleito pela Fifa o melhor jogador do mundo em 2004 e 2005. Aliás, poucos ousavam dizer que o Inter teria alguma chance contra o campeão europeu. Ainda mais que o título viria em um gol de Adriano Gabiru.

O time espanhol contava com Víctor Valdés, Puyol e Iniesta, que viriam a ganhar mais duas Champions jogando juntos, em 2009 e 2011. Xavi era reserva daquela equipe, entrou no segundo tempo e não conseguiu ajudar. Messi e Eto’o estavam lesionados e desfalcaram a equipe.

Antes da decisão houve uma semifinal contra o Al-Ahly, do Egito, e uma vitória suada por 2 a 1, com gols de Pato e Luiz Adriano. Do outro lado, o Barcelona aplicou 4 a 0 no América, do México, e passou fácil. Se o time europeu já era favorito, os primeiros jogos deixaram isso ainda mais claro.

Chegou domingo, dia da decisão. O Colorado fez um jogo seguro, sofreu ataques perigosos, é verdade, mas também não abriu mão de atacar. Diferente dos mundiais do São Paulo (2005) e do Corinthians, não foi Clemer o melhor em campo.

Abel Braga sacou Fernandão para dar lugar a Adriano Gabiru, ninguém entendeu nada! Aos 37 minutos do segundo tempo, ele recebeu a bola e bateu na saída de Valdés, para dar um dos títulos mais importantes ao Internacional. Iarley fez ótima partida, prendeu o jogo e foi só esperar o apito final do árbitro Carlos Batres.

Elenco Colorado que conquistou o mundo

Goleiros: Clemer, Renan e Marcelo;

Laterais: Ceará, Hidalgo, Elder Granja e Rubens Cardoso;

Zagueiros: Fabiano Eller, Índio e Ediglê;

Volantes: Edinho, Wellington Monteiro, Fabinho, Vargas e Perdigão;

Meias: Adriano e Alex;

Atacantes: Fernandão, Iarley, Rentería, Michel, Luiz Adriano e Alexandre Pato.

Principal jogador: Fernandão.

Local da conquista: Estádio Internacional de Yokohama, no Japão.

Copa Sul-Americana: 2008

Se hoje o Internacional é conhecido pela alcunha Campeão de Tudo, isso começou em 2008, com a conquista da Copa Sul-Americana. Em 2007 o Inter vivia um momento mágico, após a conquista do Mundial, mas a temporada foi ruim. No Brasileirão a equipe ficou apenas em 11º lugar.

A Copa Sul-Americana de 2008 foi um tiro curto, com pouco mais de dois meses de duração. A estreia Colorada aconteceu no clássico GreNal, que seria decidido no Olímpico, porque o Grêmio havia terminado o Brasileirão na frente. O jogo do Beira-Rio foi 1 a 1 e na volta o Inter abriu 2 a 0, mas sofreu o empate, mesmo assim avançou.

Nas oitavas de final, mais uma vez a vaga veio com o gol fora de casa, 1 a 1 no Chile contra a Universidad Católica e 0 a 0 em casa. Nas quartas de final, o Inter pegou o temido Boca Juniors, atual campeão continental, ganhou no Beira-Rio por 2 a 0 e venceu também na Argentina, por 2 a 1.

A semifinal foi contra o Chivas Guadalajara, aquele mesmo da Libertadores de 2010. O Inter ganhou a ida por 2 a 0 no México e aplicou 4 a 0 no Beira-Rio.

A final foi dura: 1 a 0 contra o Estudiantes na Argentina, com gol de Alex, de pênalti. Na volta, eles ganharam por 1 a 0 no tempo normal, Nilmar fez um na prorrogação e o Inter foi campeão. O gol marcado pelo velocista aos 113 minutos evitou o sofrimento dos pênaltis.

Elenco:

Goleiros: Lauro, Clemer e Agenor;

Zagueiros: Álvaro, Índio e Bolívar;

Laterais: Danny Morais, Marcão, Gustavo Nery, Ramon, Ângelo e Ricardo Lopes;

Volantes: Guiñazu, Magrão, Sandro e Edinho;

Meias: D’Alessandro, Alex, Andrezinho, Rosinei e Daniel Carvalho;

Atacantes: Taison, Nilmar e Luiz Carlos

Principal jogador: Nilmar.

Local da conquista: Estádio Beira-Rio.

Bicampeonato da Libertadores: 2010

O Internacional foi um dos times mais fortes do país entre o fim da primeira e o começo da segunda década do século 21. Todos os anos o Clube do Povo era apontado como um dos favoritos para vencer o Brasileirão, mas sempre batia na trave.

Em 2010 a direção decidiu apostar em Jorge Fossati, para tentar o bicampeonato da América. O treinador não empolgava e mesmo levando a equipe até a semifinal da Libertadores, acabou sendo dispensado. De fato, a campanha no Brasileirão foi o ponto mais crítico.

Para o seu lugar trouxeram Celso Roth, que tinha fama de conseguir bons resultados nos primeiros meses de clube. E foi isso que aconteceu. O segundo jogo das quartas de final aconteceu em meados de maio, sendo que a semifinal foi realizada apenas no fim de julho. Foram mais de dois meses entre os jogos.

Esse é um dos maiores títulos do Internacional, que o colocou também como um dos principais do continente naquele período. Nas quartas de final, ainda com Fossati, a equipe eliminou o Estudiantes, da Argentina, atual campeão do torneio. Na semifinal, o tricampeão São Paulo foi o adversário derrotado.

O elenco era forte, montado para ser campeão: D’alessandro, Guiñazu e Kléber eram experientes e tinham o que era necessário para a conquista. Com os gols marcados por Giuliano e as classificações no gol qualificado contra Banfield, Estudiantes e São Paulo, o Internacional foi bi da América.

Na final os mexicanos do Chivas Guadalajara, mesmo rival da semifinal da Sul-Americana dois anos antes. O primeiro jogo foi no México e o Inter venceu de virada, por 2 a 1. No jogo do Beira-Rio, mais uma vez o time gaúcho saiu atrás, mas virou a partida com gols de Rafael Sobis, Leandro Damião e Giuliano, no fim o 3 a 2 coroou o bicampeonato.

Um time remodelado ao longo da competição

A direção Colorada aproveitou a pausa para a Copa do Mundo da África do Sul e reformulou o elenco. Saiu o técnico Jorge Fossati e chegou Celso Roth. Dentro de campo, vieram Renan, Tinga e Rafael Sobis, os dois primeiros viraram titulares e o terceiro fez gol na final.

Goleiros: Renan, Pato Abbondanzieri, Lauro e Muriel;

Laterais: Nei, Kléber, Bruno Silva

Zagueiros: Bolívar, Índio, Sorondo, Fabiano Eller, Danilo Silva e Juan Jesus;

Volantes: Sandro, Guiñazu, Wilson Matias, Tinga e Glaydson;

Meias: D’Alessandro, Giuliano, Edu e Andrezinho;

Atacantes: Alecsandro, Kléber Pereira, Taison, Rafael Sobis, Walter, Everton Costa e Leandro Damião.

Principal jogador: D’Alessandro.

Local da conquista: Estádio Beira-Rio, no Brasil.

Outros títulos do Internacional

Além dos títulos mais importantes, o Internacional coleciona outros troféus em sua galeria. A equipe já disputou competições na Europa e na Ásia e saiu vitoriosa. Relembre algumas destas conquistas:

Troféu Joan Gamper de 1982: nos dias 24 e 25 de agosto de 1982 o Internacional disputou o tradicional Troféu Joan Gamper, organizado pelo Barcelona. Na semifinal, o Colorado ganhou nos pênaltis do time casa, com mais de 100 mil pessoas no Camp Nou e Maradona em campo.

Na final, uma vitória por 3 a 1 contra o Manchester City deu a taça ao Inter. Até hoje o Internacional é o único time fora do continente europeu a vencer essa competição.

Copa Dubai: em 2008 o Internacional foi convidado para disputar a Copa Dubai e faturou 1 milhão de dólares. Na semifinal o Colorado fez 1 a 0 no Stuttgart, com gol de Alex, a equipe era a atual campeã da Bundesliga, o Campeonato Alemão. Na decisão, Fernandão fez 1 a 0 e a Internazionale empatou, mas Nilmar, de bicicleta, deu o título aos gaúchos.

Copa Suruga: por ser campeão da Copa Sul-Americana de 2008, no ano seguinte o Inter jogou a Copa Suruga, no Japão. A final no Estádio Big Eye, em Oita, foi vencida por 2 a 1, com gols de Alecsandro e Andrezinho. Esse é um título oficial, em um torneio organizado pela Conmebol e pela Federação Japonesa.

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