Inter: Torcida protesta após empate no Beira-Rio

Após o apito final do árbitro, centenas de torcedores se aglomeraram em frente ao portão 1 para protestar, em função do empate por 1 a 1 contra o Guaireña do Paraguai, em casa pela Sul-Americana. Em um primeiro momento, eram apenas cânticos de protestos. Depois de alguns minutos gradis e pedras foram arremessados contra as vidraças do estádio. Um vidro, pelo menos, foi quebrado na ação. Houve princípio de confronto com o batalhão de choque da Brigada Militar.

Os alvos dos protestos eram em especial: o presidente Alessandro Barcellos, o técnico Alexander Medina e alguns jogadores como Edenilson, que foi chamado de pipoqueiro pelos torcedores.

O ambiente de tensão já existia durante os 90 minutos da partida. Wesley Moraes foi um dos mais vaiados. Mas não foi lembrado pelos torcedores que fizeram a manifestação no pátio.

O ânimo só foi controlado depois que a Brigada Militar chegou. Ainda assim, o número de torcedores aumentou e os gritos de protesto continuaram sendo ouvidos no interior do estádio.

Pressão em cima de Medina

Medina não corria riscos antes da partida começar. Entretanto o resultado e a pressão vinda da arquibancada balança o técnico nos bastidores. Definições só serão tomadas a partir de amanhã. Mas a primeira impressão não aponta para uma queda. Se entende que a troca não resolveria o problema. E que os reforços que estão por vir, podem fazer o time dar a volta por cima.

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