Mudar técnicos no meio do ano tem sido um péssimo negócio ao Inter

Dos últimos comandantes que assumiram no meio da temporada, só um deu certo

0

Mudar de técnico tem sido algo comum no Inter. Seja porque o time não joga bem ou porque os profissionais recebem convites para outros clubes. Desde 2016 foram seis nomes efetivos, sem contar Odair Hellmann.

Dizem que dar sequência ao trabalho dos treinadores é essencial para o sucesso dos profissionais. Mas, isso não acontece no Beira-Rio. A saída de Miguel Ángel Ramírez foi a última. O time não vinha bem e mantê-lo iria contra a torcida.

Inter e seus técnicos

O Inter teve vários técnicos nos últimos anos e nenhum deles fez um time campeão. A última taça veio no Gauchão 2016, excluindo a Recopa Gaúcha 2017. Veja quem passou pelo cargo:

Falcão (2016)

O ídolo do Internacional não havia ido bem em 2011 e pegou um time que jogava na retranca. Seu estilo é totalmente diferente do antecessor e deu muito errado. Em cinco jogos ele não venceu e deixou o clube com 13% de aproveitamento.

Celso Roth (2016)

Seu estilo era mais parecido com o de Argel Fucks, caso tivesse entrado no lugar de Falcão, a história poderia ser outra. Foram 22 partidas entre Brasileirão e Copa do brasil, com seis vitórias, seis empates e 10 derroas. O time chegou até a semifinal do torneio de mata-mata.

Lisca (2016)

O técnico teve apenas 24 dias de trabalho e não conseguiu evitar o rebaixamento do Internacional. Fez 4 pontos em três jogos e teve seu trabalho elogiado pela direção.

Guto Ferreira (2017)

Na Série B o Inter começou mal com Antônio Carlos Zago e trouxe Guto Ferreira para o seu lugar. Com ele, o Inter sempre esteve entre os primeiros, mas longe do título. Deixou o clube com 33 jogos e 58,5% de aproveitamento. Enfim, muito pouco para uma segunda divisão.

Zé Ricardo (2019)

Após a queda de Odair Hellmann, em 10 partidas ele teve quatro vitórias, três empates e três derrotas. Um aproveitamento de 45,4% que foi suficiente para levar o time a pré-Libertadores.

Abel Braga (2020)

Embora tenha começado mal, terminou muito bem. Teve um aproveitamento de 70,3%, com 12 vitórias, dois empates e somente quatro derrotas. Com ele o Inter engatou a maior sequência de vitórias da história do Brasileirão entre todos os times, com nove partidas seguidas vencendo.

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.