Treinador escalou bem o Inter, então qual foi o problema?

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Quando foi confirmada a escalação do Inter para o jogo contra o Vitória pela Copa do Brasil, poucos colorados devem ter criticado. Era basicamente a equipe titular, sem as presenças de Marcelo Lomba e Lucas Ribeiro, ainda com problemas musculares.

O primeiro tempo foi bom, o time produziu boas chances ofensivas, o problema é que os atacantes simplesmente não conseguem marcar gols. Engana-se quem pensa que o Inter cria pouco. Cria bastante, a questão está nas finalizações, normalmente em cima do goleiro ou para fora.

Quando Pedro Henrique foi expulso o mundo desabou. O time se perdeu em campo, começou a ser pressionado e mais uma vez não aguentou o tranco. Mas, não faz tanto sentido, já que Martín Anselmi sacou Thiago Galhardo e colocou Lucas Ribeiro, sendo que o atacante nem estava sendo participativo.

Aliás, a equipe terminou o jogo sem nenhum homem de área. Galhardo foi sacado para a entrada de um zagueiro e Yuri Alberto também deixou o campo, em uma tentativa inadequada de reverter a situação. Caio Vidal foi o único homem de frente ao fim do jogo, excluindo Patrick e Taison.

Qual é o problema do Inter?

Mesmo escalando as peças certas, ou seja, sem a presença de nomes como Palacios, Zé Gabriel, Nonato e Praxedes, ainda é difícil de ganhar.

O problema está, além das dificuldades no ataque, na fragilidade defensiva. A defesa colorada pouco ou nada lembra aquela que foi a menos vazada do último Campeonato Brasileiro.

Falta quase tudo ao Internacional. Nem mesmo a saída de bola está sendo feita mais. Quem sabe com um novo técnico ainda seja possível reverter o cenário, a Libertadores segue possível, os jogadores titulares são bons, falta atitude.

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