Invenções de Medina deixaram a direção do Inter irritada

As invenções de Alexander Medina nas escalações do time irritaram a diretoria colorada durante o curto trabalho do treinador. Foram muitos testes e improvisações pelos 17 jogos que o uruguaio comandou a equipe. O ambiente no vestiário era bom, o desempenho e os resultados foram os responsáveis pela queda dele.

Mesmo após 100 dias no Beira-Rio, o técnico continuava a fazer testes no time. Mais recentemente, ele chegou a improvisar o atacante Carlos de Pena na lateral. Ele havia feito o mesmo com o volante Liziero, que atuou algumas vezes pela lateral-esquerda.

Além das alternativas criativas do uruguaio, digamos assim, as constantes trocas atrapalhavam a evolução do coletivo. Nas primeiras rodadas do Gauchão, por exemplo, o treinador não repetiu a formação nenhuma vez, sempre trocando uma peça ou outra.

Tais escolhas acabaram irritando a direção, que não viu perspectiva de evolução no trabalho que estava sendo executado. Assim, apesar do bom ambiente do vestiário, o uruguaio e sua comissão foram mandados embora.

Desempenho de Medina no comando do Inter foi ruim

Contratado no fim de dezembro do ano passado, Cacique Medina era a esperança de mudança que o Colorado queria. 

A diretoria buscava uma mudança no clube, a começar pelo banco de reservas. Era esperado que o treinador melhorasse a equipe que tinha feito um 2021 ruim, terminando o ano na 12ª colocação do campeonato nacional e ficando de fora da Libertadores.

No entanto, o que foi visto foi um desempenho parecido com o da equipe treinada por Diego Aguirre: vulnerável defensivamente e sem criatividade no ataque.

Ao todo, foram 17 partidas disputadas, sendo seis vitórias, seis empates e cinco derrotas, um aproveitamento de 47%. Além disso, foram somente 17 gols marcados e 20 sofridos.

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